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Se você é entregador autônomo, já sabe: na economia do show, quem corre mais não ganha... quem é mais bem organizado ganha. Porque quando você é pago pela entrega (e o dia passa entre endereços com erros ortográficos, ligações, trânsito, “Eu não estava em casa” e gasolina cada vez mais cara), sua margem depende de algo muito simples: produtividade real na estrada.
O problema é que muitos entregadores continuam trabalhando “com base na experiência” e em soluções: pequenos pedaços de papel, anotações no celular, copiando e colando instruções, ditando-as ao GPS, tirando fotos para demonstrar as entregas... e cruzando os dedos para que, no final da semana, ninguém “esqueça” de pagar uma para você.
Neste artigo, falaremos sobre:
- Los Desafios mais comuns do entregador autônomo (os reais).
- Dicas para entregadores que pode ser visto no bolso.
- O que uma ferramenta moderna de rotas e evidências deveria ter.
- E como Motoristas rotativos pode ajudar você a economizar tempo, combustível e dores de cabeça.
A realidade do entregador autônomo hoje: 4 desafios que consomem sua margem
1) Falta de ferramentas que melhorem sua produtividade
A maioria dos aplicativos “generalistas” (Google Maps/Waze/...) não foi projetada para distribuição real. Eles fazem uma parte, mas deixam você com o trabalho sujo: carregar endereços, solicitar paradas, registrar entregas, demonstrar incidentes, justificar quilômetros...
Resultado: mais horas, mais estresse e mais gás.
2) Alta dependência da experiência (e da memória)
Os veteranos “conhecem” a vizinhança, o objetivo difícil, o desenvolvimento seguro, o momento ruim para entrar nessa área... mas essa vantagem não deve ser a única maneira de ser eficiente.
Quando tudo depende da experiência:
- Se você mudar de zona, você começa de novo.
- Se eles colocarem você em uma nova rota, você perde tempo.
- Se um dia você estiver com pressa, os erros disparam.
3) Má preparação e treinamento (porque ninguém te ensina)
Em muitas operações, é necessário que um entregador seja produtivo desde o primeiro minuto, mas quase nunca há treinamento prático: como fazer upload de dados, como gerenciar incidentes, como registrar entregas para que mais tarde Ninguém contesta o que você fez.
4) Alta variabilidade: todo dia é um mundo
Um dia você tem muitas entregas pequenas; outro, poucas, mas distantes; outro, volume com janelas de tempo. Adicione a isso:
- tráfego e obras,
- clientes que mudam de direção,
- pacotes com rótulos pouco claros,
- incidentes,
- paradas extras (posto de gasolina, banheiro, café, armazém...).
A variabilidade mata o planejamento... a menos que você tenha uma ferramenta que permita adapte-se sem perder 30 minutos reordenando tudo.
O que um bom aplicativo para entregadores autônomos deve ter (lista rápida)
Se você estiver comparando opções (incluindo qualquer “aplicativo de rotas gratuitas”), faça a si mesmo as seguintes perguntas:
- Isso me economiza tempo? antigamente para sair (carregar dados)?
- Isso me economiza tempo? durante a rota (navegação + muda à medida que você avança)?
- Você vai me deixar? evidência e rastreabilidade Do que eu fiz?
- Você vai me ajudar a reduzir quilômetros e gasolina?
- É fácil de usar sem brigar com menus eternos?
- Um a dois dias de uso por mês é lucrativo para mim?
Se alguma resposta for “não”, esse aplicativo provavelmente não se destina à distribuição real.
Routal Drivers: a ferramenta projetada para entregas diárias
O Routal é uma plataforma de planejamento e otimização de última milha. E Motoristas rotativos É a parte que o entregador usa para executar rotas, gerenciar paradas e registrar entregas com rastreabilidade.
O que a Routal Drivers oferece (e por que isso é importante para os autônomos)
1) Facilidade de uso: leitura de rótulos para carregar dados em menos de 1 segundo
Aqui está a mudança de mentalidade: Pare de digitar ou ditar direções.
Com o Routal Drivers, você pode Leia os rótulos e detecte os principais dados diretamente da própria etiqueta para parar o carregamento muito rapidamente. Menos atrito = menos erros = você vende mais cedo = entrega mais.
Dica de ouro: se você passar de 20 a 30 minutos “digitando direções” no início do dia, já está perdendo dinheiro antes de começar.
2) Economia de tempo e combustível (até 1h + até 30% em combustível)
Quando você reduz voltas, rotatórias, paradas mal ordenadas e quilômetros desnecessários, a economia cai por si só. Em operações reais, a otimização pode se traduzir em Até 1 hora a menos na estrada e até 30% de economia de combustível, dependendo do tipo de distribuição e da área.
E tenha cuidado: economizar combustível não é apenas “pagar menos”. Também é:
- menor desgaste do veículo,
- menos estresse,
- mais entregas por hora,
- mais margem por dia.
3) Rastreabilidade de todos os pedidos feitos
Isso é fundamental para o entregador autônomo: Se não estiver registrado, é como se não tivesse acontecido (e depois vem a bagunça).
Com a rastreabilidade, você pode:
- prove que você entregou,
- justificar incidentes,
- evite disputas,
- e tenha um histórico claro do seu trabalho.
4) Preço muito acessível
Na economia do show, qualquer ferramenta precisa ser econômica. Ponto.
A ideia não é “comprar software”, é Tempo e margem de compra. Se uma ferramenta economiza gasolina e 30 a 60 minutos por dia, ela geralmente se paga.
5) Confiança: usada por entregadores que trabalham para grandes marcas
O Routal Drivers já é usado por milhares de entregadores vinculados a marcas e operações exigentes, como DPD, Seur, DHL, correio expresso, bem como outras marcas no México, no Brasil e em diferentes mercados.
Tradução: não é um aplicativo de “brinquedo”. Ele foi projetado para a realidade do elenco.
Dicas para entregadores autônomos: hábitos que aumentam sua margem (na verdade)
Aqui estão algumas dicas práticas (sem postura) que você pode aplicar hoje.
1) Pare de digitar ou ditar instruções: automatize o carregamento
Cada endereço que você digita é:
- Tempo limite,
- risco de erro,
- e um pequeno “microestresse” repetido 50 vezes ao dia.
Mude para um sistema que captura dados do rótulo e transforme isso em paradas prontas para a rota. Se você conseguir carregar em segundos o que costumava levar meia hora, você já está ganhando.
2) Não guarde papéis: acompanhe (para que eles não “esqueçam” de pagar você)
O papel se perde, fica molhado, quebra, fica na van. E, no final das contas, quando se trata de reivindicar, não há uma maneira fácil.
Com rastreabilidade digital:
- você tem evidências,
- Você tem uma história,
- e você reduz o “Não vejo isso no sistema”.
Para ser franco: Se você depende de papéis, está cedendo o controle.
3) Adicione paradas inteligentes extras (sim, isso também conta)
Esse truque parece bobagem, mas faz a diferença: Defina seu posto de gasolina habitual como uma parada (ou o ponto em que você sempre para no meio do caminho).
Por quê?
- Você o integra à sua sequência real.
- Você planeja reabastecer no momento mais eficiente.
- Você evita “sair por um momento”, o que interrompe seu pedido.
Outras paradas extras úteis:
- ponto de coleta para devoluções,
- armazém ou hub,
- área de descanso curta,
- estacionamento recomendado para uma área em conflito.
4) Reduza as chamadas com um “hífen” de mensagens
Quando você está com pressa, ligar para 12 clientes é desperdiçar meia vida. Melhor:
- uma mensagem padrão na chegada na área,
- outro para “Estou na porta”,
- e um de “não localizado, volto se você confirmar”.
Se sua ferramenta ajudar você a centralizar isso e registrar o incidente, melhor ainda.
5) Agrupe por zonas, não por “o que eu quero”
O erro típico: “pular” porque você gosta mais de uma direção do que da outra. Isso mata sua quilometragem.
Pense em blocos:
- zona A (tudo),
- zona B (tudo),
- zona C (tudo).
E dentro do bloco, ele otimiza o pedido.
6) Tenha um plano de incidentes (e sempre execute-o da mesma forma)
A improvisação desperdiça seu tempo e deixa você sem testes. Defina um fluxo:
- Não está respondendo → mensagem.
- Aguarde X minutos.
- Marque a incidência.
- Próxima parada.
- Segunda tentativa no final, se valer a pena.
Consistência é produtividade.
7) Meça seu dia com 3 números simples
Você não precisa de um Excel gigante. Sozinho:
- total de horas na estrada,
- quilômetros,
- entregas concluídas.
Com isso, você pode ver se está melhorando ou não. E quando uma ferramenta ajuda você a baixá-los, você percebe isso rapidamente.
“Estou procurando um aplicativo de rotas gratuito”: o que ver antes de decidir
É normal procurar um Aplicativo de rotas grátis para começar. Mas cuidado: muitas opções gratuitas têm limites exatamente onde dói mais:
- carregamento manual de endereços,
- pouca flexibilidade para mudanças,
- sem rastreabilidade real,
- sem evidências consistentes,
- ou sem otimização útil quando você tem muitas paradas.
Regra prática:
- Se você fizer algumas paradas esporádicas, uma opção básica pode funcionar.
- Se você entrega diariamente, “grátis” costuma ser caro em termos de tempo, erros e combustível.
O importante é o retorno: Se um aplicativo economiza de 30 a 60 minutos e reduz quilômetros, ele já paga.
Mini lista de verificação: sua rota ideal antes de começar (5 minutos)
Antes de sair, veja isso:
- ✅ As paradas são carregadas sem erros (sem digitar uma a uma)?
- ✅ Você tem uma ordem lógica por zonas?
- ✅ Você adicionou seu posto de gasolina/paradas extras?
- ✅ Você está claro sobre o plano de incidentes?
- ✅ Você vai registrar entregas rastreáveis (sem papel)?
Se você continuar com isso em 4 de 5 dias, sua semana mudará.
Perguntas frequentes (FAQ) para entregadores autônomos
O que são Routal Drivers?
É uma ferramenta para entregadores que ajuda você a: A carga é interrompida rapidamente, execute rotas, gerencie entregas e incidentes e mantenha rastreabilidade de todos os pedidos feitos.
Você pode realmente economizar combustível com um aplicativo?
Sim, se o aplicativo evitar:
- quilômetros desnecessários,
- deu meia volta em mau estado,
- novas tentativas mal gerenciadas,
- e permite que você se adapte rapidamente às mudanças.
Dependendo da área e do volume, a economia pode ser muito significativa (em alguns casos, até 30%).
Funciona se eu for um entregador autônomo e não tiver uma “equipe”?
Precisamente: quando você vai sozinho, cada minuto conta. Automatizar paradas de carregamento e registrar entregas com rastreabilidade elimina o trabalho invisível.
Qual é a diferença entre um aplicativo de rota básico e um projetado para entrega?
Aqueles projetados para distribuição se concentram em:
- carregamento rápido (por exemplo, leitura de etiquetas),
- execução da rota,
- incidentes,
- evidência,
- e rastreabilidade total.
Os Routal Drivers são usados por pessoas que trabalham com grandes operações?
Sim, existem entregadores trabalhando com operações vinculadas a DPD, Seur, DHL, correio expresso, além de outras marcas em mercados como México e Brasil.
Encerramento: na economia do show, sua vantagem é o sistema (não a sorte)
Ser entregador autônomo hoje é competir com o relógio, o trânsito e a margem. A boa notícia é que você não precisa fazer isso “manualmente”.
Se você quiser sobreviver (e vencer) no elenco moderno:
- automatiza o carregamento de endereços,
- deixe o papel,
- rastreabilidade de registros,
- otimizar suas paradas (incluindo “sem entregas”, como reabastecimento),
- e transforme-o em um sistema repetível.
Motoristas rotativos foi projetado exatamente para isso: para que seu dia dependa menos de improvisar e mais de um bom desempenho.
Quer ver como seria sua rota com leitura de etiquetas e rastreabilidade total? Entre no Routal e descubra o Routal Drivers.
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Se em 2024—2025 você já percebeu que a última milha estava “ficando séria”, 2026 é o ano em que muitos restrições eles deixam de ser uma raridade e se tornam parte da vida cotidiana: zonas de baixa emissão (ZBE) controles mais extensos e mais precisos por cronograma e uma realidade operacional que não pode mais ser ignorada: A carga elétrica (e seu impacto real nas rotas, horários e custos).
A boa notícia: essas restrições não apenas “sofrem”. Bem gerenciados, eles se tornam uma vantagem competitiva. E é aí que uma ferramenta de otimização de rotas e planejamento automático como a Routal faz a diferença.
O que são restrições logísticas (e por que em 2026 elas afetam você mais do que antes)
Quando falamos sobre O que são restrições Na logística urbana, nos referimos a todas as regras que limitam Por onde, quando e Com o que Você pode operar:
- Acesso: ruas ou perímetros onde determinados veículos não podem entrar.
- Cronograma: faixas onde você pode distribuir/carregar/descarregar.
- Estacionamento e paradas: tempo máximo, zonas habilitadas, controles.
- Emissões e tipo de veículo: rótulo ambiental, peso, dimensões, ruído.
- Energia: autonomia, tempos de carregamento, disponibilidade de pontos.
Em 2026, a peça que mais muda no tabuleiro é a zonas de baixa emissão: A Lei 7/2021 e seu desenvolvimento subsequente exigem o ZBE em municípios com mais de 50.000 habitantes (e outros casos), com requisitos comuns definidos pelas regulamentações estaduais.
Tradução operacional: mais cidades, mais perímetros, mais casuísticas... e mais necessidade de planejar bem.
1) ZBE em 2026: a restrição “mãe” que condiciona sua rota
Zonas de baixa emissão: o que elas têm em comum (mesmo que cada cidade seja um mundo)
A estrutura estadual afirma que um ZBE é uma área delimitada onde eles se aplicam restrições de acesso, tráfego e estacionamento de acordo com o potencial poluidor do veículo, usando a classificação correspondente (etiquetas).
Além disso, o Decreto Real que regula as ZBEs busca homogeneidade mínima: objetivos mensuráveis, delimitação, condições de acesso e acompanhamento/monitoramento.
Exemplo real: Barcelona (ZBE ativo com horário fixo)
Na área metropolitana de Barcelona, o ZBE trabalha nos dias úteis, de segunda a sexta-feira, das 7:00 às 20:00, com acesso condicional a um veículo limpo ou autorização/exceção.
O que isso significa na prática?
Que se sua operação entrar nesse perímetro, o Cronograma de rotas E o tipo de frota elas se tornam uma decisão estratégica, não um detalhe.
Exemplo real: Madri (estudos de caso e moratórias)
Madri é um exemplo claro de por que “saber que existe um ZBE” não é suficiente: existem nuances dependendo do tipo e da localização do veículo. No final de 2025, foi anunciada a extensão da moratória para certos veículos sem rótulo. Registrado Até o 31 de dezembro de 2026, com exceções específicas (por exemplo, áreas de proteção especial).
Lição: se você planeja “a olho nu” ou com regras genéricas, está exposto a:
- rotas inviáveis,
- atrasos,
- sanções,
- e clientes irritados com os ETAs que não estão sendo atendidos.
2) Janelas de tempo: a restrição silenciosa que mais gasta dinheiro
Las Janelas de tempo (janelas de horário) são as clássicas “se você está atrasado, não é mais atendido” ou “só baixa das 8:00 às 11:00”. E em 2026 eles são mais críticos por dois motivos:
- As cidades estão pedindo espaço: maior controle sobre carga/descarga, acesso por seções e até ativação de restrições para episódios (poluição, eventos etc.).
- O ZBE em si geralmente tem horários. (como Barcelona: das 7:00 às 20:00 nos dias de semana).
Resultado: sua rota não compete mais apenas com o tráfego. Compita contra o relógio.
3) Carga elétrica: a nova restrição (e a oportunidade) na última milha
Eletrificar a frota de uma cidade faz sentido... até que você tente se encaixar na realidade:
- faixa variável dependendo da carga, temperatura, estilo de condução,
- tempos de carregamento que não são “um minuto”,
- locais movimentados ou off-road,
- precisa planejar “quedas de energia” assim como você planeja entregas.
E aqui está um ponto importante: as regulamentações estaduais da ZBE buscam fornecer infraestrutura de carregamento, incluindo objetivos mínimos para a implementação de pontos de carregamento dentro e fora da ZBE.
Tradução: a carga elétrica deixa de ser um “tópico do futuro”. Em 2026, já é uma condição de operação e planejamento.
Como melhorar suas operações em 2026 usando o Routal (otimização + planejamento automático)
A chave é não ter “mais pessoas coordenando”. É ter um sistema que Entenda as restrições e otimize com eles.
Aqui está uma abordagem prática (muito cotidiana) para aterrissá-lo em Routal.
Etapa 1: transformar restrições em regras (não lembretes)
Em muitas empresas, as restrições residem em:
- um Excel,
- o chefe de um planejador,
- ou uma mensagem “lembre-se de que não entramos nessa área”.
Isso não escala.
Com o Routal, o objetivo é que as restrições sejam parâmetros de planejamento, por exemplo:
- Zonas: define perímetros operacionais (ZBE, zonas de acesso limitado, áreas de conflito).
- Veículos: classifique sua frota por capacidade, tipo (diesel/híbrido/elétrico) e compatibilidade com determinadas áreas.
- Clientes/paradas: atribuir Janelas de tempo, prazos de serviço e condições (entrega em mão, com assinatura, etc.).
Impacto imediato: o plano deixa de depender da “lembrança”.
Etapa 2: planeje com janelas em tempo real (e reduza o “salto”)
Quando você modela seriamente as janelas de tempo, duas coisas boas acontecem:
- O otimizador evita rotas que “no papel” são curtas, mas operacionalmente impossíveis.
- Você reduz as entregas fracassadas (e o custo oculto da segunda rodada).
Dica prática:
- Se suas janelas forem “macias” (ideais, mas negociáveis), crie faixas mais amplas.
- Se eles forem “durões” (se você se atrasar, eles não cuidarão de você), mantenha-os rígidos.
O Routal pode priorizar a conformidade da janela e equilibrar a carga de trabalho entre os motoristas, evitando que “sempre o mesmo” tenha paradas impossíveis.
Etapa 3: Integre a carga elétrica como mais uma parada (energia = tempo)
Se você tem (ou vai ter) carros elétricos, em 2026 a mentalidade vencedora é:
O carregamento não é um evento. É parte da rota.
O que significa “colocá-lo no plano”?
- Defina um alcance realista por veículo.
- Estime o tempo de carregamento (rapido/lento) dependendo da sua operação.
- Decida a estratégia:
- carregamento noturno+rota fechada,
- ou microcargas planejadas para estender os turnos.
Em um otimizador, isso se traduz em restrições e paradas: se você não modelá-lo, o plano sairá bem... e será interrompido às 12:30.
Etapa 4: use o planejamento automático para obter consistência (e não apenas “criar rotas”)
Em 2026, a diferença está na consistência:
- mesmo nível de serviço todos os dias,
- menos improvisação,
- menos “rotas heróicas” que dependem de um motorista habilidoso.
Com o planejamento automático, você pode:
- gere rotas em minutos com as restrições já incluídas,
- simule cenários (o que acontece se eu fechar essa área? Se eu eletrificar esses 20% da frota?) ,
- balanceando a carga de trabalho,
- e ajuste-se rapidamente aos picos de demanda.
Etapa 5: Monitore e recalcule quando o dia mudar (porque ele mudará)
Restrições + tráfego + incidentes = o plano perfeito dura pouco.
O que você precisa é:
- rastreamento de rotas,
- controle da conformidade com janelas de tempo,
- e capacidade de reagir sem “quebrar tudo”.
Com o Routal, a ideia é que o plano não seja um PDF: é um sistema vivo, com visibilidade para planejador, motorista e cliente (ETAs e comunicação).
Lista de verificação 2026: o mínimo para evitar sofrimento (e começar a melhorar)
Se você quer uma “vitória rápida”, veja isso:
- Tenho meus mapas mapeados? zonas crítico (ZBE e outras restrições urbanas)?
- Minha frota é classificada por compatibilidade (quais veículos podem entrar onde)?
- Minhas paradas têm Janelas de tempo real (não “durante todo o dia”)?
- Eu incorporei o Carga elétrica (autonomia + vezes) como parte do plano?
- Estou usando um otimizador que respeita as restrições ou ainda estou “corrigindo” as rotas?
Perguntas frequentes
O que são restrições logísticas?
São regras que condicionam a distribuição: acesso limitado, prazos de entrega, regulamentos de estacionamento, requisitos de emissões e, cada vez mais, necessidades de energia (carga elétrica).
O que são zonas de baixa emissão?
Filho zonas delimitado por uma administração pública onde as restrições de acesso/circulação/estacionamento se aplicam aos veículos de acordo com seu nível de emissões, com o objetivo de melhorar a qualidade do ar e mitigar as emissões.
Por que 2026 é um ponto de inflexão?
Porque a implementação/operação do ZBE é generalizada em mais municípios e o controle operacional é mais rígido: mais perímetros, mais cronogramas, mais casos e mais impacto no planejamento diário.
2026 não é sobre “mais restrições”, é sobre “melhor planejamento”
Sim, haverá mais restrições. Mas a mudança de mentalidade é a seguinte:
- As empresas que continuarem planejando “como sempre” terão mais atrasos, mais quilômetros vazios e mais incidentes.
- Aqueles que convertem restrições em regras otimizadoras (ZBE + janelas de tempo + carga elétrica) se distribuirão melhor, com menos estresse e mais margem.
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Se você trabalha em serviços de entrega, distribuição ou rodoviários, chega um momento em que o Excel deixa de ser “uma solução” e se torna o gargalo. Não porque o Excel seja ruim (na verdade, é brilhante para muitas coisas), mas porque As operações logísticas estão crescendo em complexidade mais rapidamente do que as planilhas.
E quando isso acontece, os sintomas começam: rotas que não combinam, motoristas esperando instruções, ligações de clientes perguntando “a que horas você está chegando?” , dados duplicados, mudanças de última hora que quebram o cronograma e uma equipe inteira vivendo no modo de “apagar incêndios”.
Neste artigo, vamos ver Por que o Excel retarda o crescimento, quais sinais já indicam isso e como mudar para um software de logística sem sofrer (e acima de tudo, sem perder o controle).
Por que o Excel “funciona”... até parar
O Excel (e seus primos: Planilhas Google, CSVs, modelos antigos) geralmente é a primeira ferramenta para organizar entregas. É barato, flexível e todo mundo sabe disso.
O problema é que A última milha não é um Excel. É um sistema vivo:
- Pedidos que chegam com atraso
- Endereços incompletos
- Janelas de tempo
- Prioridades
- Concidências
- Confirmações de entrega
- Tentativas repetidas
- Clientes que mudam o horário
- Trânsito, clima e realidade
Desde que o volume seja pequeno, você pode lidar com isso. Quando você cresce, o Excel não se adapta à sua operação: Somente o caos aumenta.
7 sinais de que o Excel já está atrapalhando sua logística
1) “A rota perfeita” depende de uma pessoa
Se há alguém que “sabe como fazer isso” e sem que essa pessoa planeje sofra, você não tem um processo: você tem um herói. E isso não é escalável.
2) Versões infinitas: final_v3_ahora_sí.xlsx
Quem tem a versão mais recente? O que mudou? Por que o motorista tem outra lista? O Excel não foi feito para controle de versão operacional em tempo real.
3) Mudanças de última hora = refazer tudo
Adicionar 5 paradas urgentes não deve forçar você a refazer 12 rotas manualmente. Mas com o Excel, isso geralmente acontece.
4) Não há visibilidade no caminho
Quando seus motoristas saem, o Excel permanece no escritório. E o que acontece na rua se traduz em ligações, WhatsApp e “te conto mais tarde”.
5) O cliente força você a jogar cartomante
Sem horários de chegada confiáveis (ETAs), o cliente pergunta. E se você perguntar, sua equipe responde. E se ele responder, ele se distrai. Resultado: mais erros.
6) Os dados estão “sujos” (e mais a cada semana)
Endereços com erros ortográficos, telefones com defeito, códigos postais incompletos, notas confusas... O Excel não força você a padronizar. E se você não padronizar, Você cresce com dados fracos?.
7) Medir KPIs é um inferno
Se para saber pontualidade, km, produtividade ou incidentes você precisa “cruzar” três folhas, está perdendo a coisa mais valiosa: aprendendo.
O custo oculto do Excel: não é a licença, é a hora (e os erros)
O Excel não custa dinheiro... mas custa a você:
- Horas de planejamento manual (todos os dias, todas as semanas)
- Erros de copiar/colar
- Paradas atribuídas incorretamente
- Clientes insatisfeitos
- Km extra
- Motoristas frustrados
- Decisões baseadas na “intuição”
- Oportunidades perdidas Porque sua equipe está saturada
E o pior: na hora de crescer (mais áreas, mais frota, mais pedidos), o Excel não acompanha. Isso força você a escolher entre:
- Cresça e perca qualidade, ou
- Mantenha a qualidade e não cresça
“Mas já temos um processo no Excel...” (e é por isso que dói mudar)
Totalmente normal. O Excel se torna “o sistema” com o tempo: macros, validações, guias por zonas, cores, fórmulas... e uma sensação de controle.
A mudança é assustadora por dois motivos:
- Medo de perder esse controle
- Medo de uma migração lenta e traumática
A boa notícia: migrar para o software de logística hoje não tem nada a ver com esses projetos eternos de anos atrás.
Na Routal, há clientes que implementaram a solução em menos de 24 horas. Se você já estiver trabalhando no Excel, precisará de menos de 5 minutos para ver suas rotas planejadas.
O maior inimigo do escalonamento: a qualidade dos dados
Aí vem um tópico chave (e muito real): antes de otimizar rotas, você precisa Limpar dados.
Sua operação é tão boa quanto as informações que você fornece. Se seus endereços, números de telefone ou janelas de horário estiverem errados, qualquer planejamento será prejudicado.
Exemplo clássico: “Número de telefone no Excel”
Sim, parece uma busca estranha, mas é um dos problemas mais comuns.
- Telefones sem prefixo (+34?)
- Números com espaços, hífens ou texto (“Ligue primeiro” dentro do campo)
- Zeros à esquerda que desaparecem
- Excel interpretando o número como uma fórmula ou notação científica
Resultado: o motorista não consegue ligar, o cliente não é notificado e a entrega é complicada.
Dica rápida: No Excel, trate o telefone como texto, não como um número. E padroniza o formato (por exemplo: +34XXXXXXXXX).
Se sua equipe já pesquisou por “número de telefone no Excel”, você sabe do que estamos falando: quando os dados não são padronizados, a operação falha.
Quando tudo vem em CSV: “Do csv ao Excel” não é o objetivo final
Outro clássico do dia a dia: você baixa pedidos de comércio eletrônico/ERP em CSV, os converte e os trabalha no Excel.
A busca de “csv para excel” é comum porque o fluxo geralmente é:
- Exportar CSV
- Eu abro no Excel
- Eu limpo “como eu posso”
- Distribuição por rota
- Voltei a exportar/imprimir/enviar via WhatsApp
Funciona... até que você tenha:
- Vários canais de pedidos
- Vários armazéns
- Diferentes intervalos de tempo
- Incidentes
- Tentativas repetidas
- Monitoramento ao vivo
É aí que o software de logística oferece uma grande vantagem: conecte dados, planejamento e execução em um único fluxo, sem depender de conversões e patches.
O que o software de logística faz que o Excel não consegue fazer (sem enlouquecer)
1) Otimização automática de rotas (de verdade)
Não “classifique por código postal”. Falamos sobre levar em consideração:
- Capacidade do veículo
- Janelas de tempo
- Prioridades
- Tempos de serviço
- Restrições (zonas, horários, tipos de veículos)
- Reduza km e mais entregas por rota e tempo
2) Replanejamento em minutos
Pedidos urgentes, cancelamentos, incidentes... um bom software permite que você reotimizar sem refazer tudo manualmente. 2 cliques.
3) Aplicativo de motorista e comprovante de entrega
Os motoristas precisam de:
- Limpar lista de paradas
- Navegação
- Estado por parada
- Notas e evidências (foto, assinatura, incidentes)
O Excel não funciona na rua. Software, como o Routal, sim.
4) Rastreamento e ETAs para o cliente
Menos chamadas. Mais confiança.
- Rastreamento em tempo real (ou quase real)
- Avisos de atraso
- ETA atualizado
- Mais experiência profissional
- Melhor percepção do serviço (e isso significa clientes fiéis felizes)
5) Métricas, KPIs e melhoria contínua
Sem dados, sem melhorias. O software ajuda você a medir:
- Pontualidade
- Km por entrega
- Entregas por hora
- Tempos de serviço
- Incidentes
- NPS/Satisfação
A mudança inteligente: não é “jogar fora o Excel”, é profissionalizar as operações
Aqui está uma ideia importante: O Excel não desaparece. Ainda é útil para análises pontuais, relatórios ou preparação de dados.
O que muda é isso:
- O Excel deixa de ser o “centro” da sua logística
- Torna-se um suporte, não o motor
O motor deve ser um sistema projetado para planejar, otimizar e monitorar rotas.
Como migrar do Excel para o software de logística sem drama (passo a passo)
Etapa 1: Identifique seu “modelo mínimo viável”
Não tente migrar 25 guias e 300 colunas. Comece com o básico:
- ID do pedido
- nome
- Endereço completo
- Cidade/CP
- Janela de tempo
- telefone
- notas
- pacotes/peso (se aplicável)
Etapa 2: Padronizar e Limpar dados
É aqui que a migração é vencida (ou perdida).
Lista de verificação rápida para Limpar dados:
- Endereços separados (rua/número/cidade/CEP)
- Telefones de formato consistente (+34XXXXX)
- Janelas de tempo unificadas (HH:MM-HH:MM)
- Eliminação de duplicatas
- Campos obrigatórios definidos
- Notas operacionais claras
Etapa 3: comece com uma área ou um tipo de rota
Dirija com uma rota, crie confiança em sua equipe:
- Uma rota
- Uma área
- Um armazém
- Uma equipe de motoristas
- Um tipo de serviço (entrega, instalação, coleta)
Etapa 4: medir o impacto com KPIs simples
Antes versus depois:
- Tempo de planejamento
- Total de km
- Entregas por rota
- Pontualidade
- Chamadas recebidas de “quando você vai chegar?”
Etapa 5: escalar com controle
Quando o piloto funciona, você se expande com confiança.
Onde o Routal se encaixa em tudo isso?
O Routal foi projetado exatamente para esse salto: passar do planejamento manual (e frágil) para a logística escalável.
Com o Routal, você pode:
- planejar e otimizar rotas Em minutos
- gerencie restrições reais de última milha
- Dê aos seus motoristas um aplicativo para executar rotas e relatar estados
- fornecer ao cliente acompanhamento e comunicação
- colete feedback com pesquisas de satisfação
- tenha visibilidade e dados para melhorar a cada semana
Resumindo: menos Excel “apaga fogos de artifício” e operação mais sólida, mensurável e escalável.
Perguntas frequentes
“E se meu Excel for muito avançado?”
Quanto mais avançado, mais sinais de que você já está forçando uma ferramenta generalista para um problema especializado. Se você confiar em macros e processos manuais, o risco aumenta com o volume.
“Mudar para o software significa perder a flexibilidade?”
Normalmente, você ganha flexibilidade operacional (replanejar, monitorar, comunicar). E você mantém a flexibilidade analítica usando exportações ou integrações quando precisar delas.
“O que há de errado com meu fluxo de CSV?”
Você ainda pode importar/exportar quando necessário, mas o objetivo é que o dia a dia não dependa de “csv to excel” como a cadeia principal do processo.
Conclusão: o Excel não é o inimigo... mas é o freio quando você quer crescer
O Excel é uma ótima ferramenta. O problema é quando você tenta fazer com o Excel o que ele exige:
- Otimização
- Execução da rota
- Rastreabilidade
- Comunicação com o cliente
- Melhoria contínua com dados
Se sua operação está crescendo, a hora de mudar não é “quando é impossível”. É Quando você ainda pode fazer isso com controle.
Quer ver como seria sua operação sem o caos do Excel?
Se você quiser, mostraremos o Routal com seus casos reais (zonas, frota, janelas de tempo, tipos de entrega) para que você possa ver quanto tempo e km você pode economizar e como isso melhora a experiência do motorista e do cliente.
👉 Solicite uma demonstração do Routal e veremos isso juntos.






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